Eu, Dom António d'Almeida (eh eh eh!) criei este blog para fomentar a troca de ideias sobre a sociedade actual...e tambem para dar umas boas gargalhadas.
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008
Como Seria?

 

 

 

                                                         

 

 

 

 

      O Governo e o Municipio de Loures negam qualquer cedência às reivindicações dos Ciganos para obterem novas habitações sociais. Uma atitude coerente e no minimo digna, nem que seja por respeito aos cidadãos que trabalham e pagam os seus impostos ao Estado.

 

      A posição do Partido Social Democrata neste processo é de uma completa seriedade e tambem de um grande sentido de responsabilidade, não utilizou esta crise para conquistar uns "votinhos" a umas quantas minorias que normalmente se aproveitam do POPULISMO DOS PARTIDOS DE ESQUERDA ( que batem aos pontos o TAL  populismo de Paulo Portas ) para obterem beneficios que na realidade não merecem.

 

 

      Ficaremos para sempre na duvida se numa situação idêntica mas com O Partido Social Democrata no Governo, O PARTIDO SOCIALISTA não se aproveitaria da mesma para fazer o papel de justiceiro tal qual fez na época do Prof. Cavaco Silva no famoso buzinão da Ponte Sobre o Tejo, quando vários ilustres SOCIALISTAS se juntaram aos dois irmãos camionistas em pleno tabuleiro da ponte nas manifestações para assim ficarem "bem na fotografia". Convém não esquecer  que estes dois irmãos encontram-se presos por tráfico de droga......

 

 

      Fica assim registado que acima de alguns votos que depois se podem tornar incómodos, é mais sério e responsável defender os direitos de todos os cidadãos de um modo equatativo e de um Estado de Direito em que os oportunistas não podem ser beneficiados, assim o fez o Partido Social Democrata lembrando sempre que os cidadãos também têm deveres!

 

 

       Tendo crescido em Loures não posso dixar de lamentar ao que chegou uma cidade que ainda até há quinze anos era um sitio pacato e simpático. Este embróglio foi criado há doze anos pelo então edil COMUNISTA Demétrio Alves, só assim se entende porque é que o PARTIDO COMUNISTA dá mais relevo aos voôs da CIA do que a esta crise interna, é que têm muita responsabilidade neste processo que agora tentam atravessar de fiiiininnhoooo...........

publicado por toalbanosoares às 13:59
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3 comentários:
De António Sousa a 22 de Julho de 2008 às 17:12
Não é verdade o que diz sobre a responsabilidade daqueles realojamentos. Aliás, o actual Presidente de Câmara já o reconheceu. Não lhe parece estranho que repetindo-se estes fenómenos um pouco por todos os municípios das áreas metropolitanas de lisboa e porto, as responsabilidades residam nas políticas municipais? Não estarão estas situações relacionadas com os modelos de realojamento que foram concebidos pelas administração central?

PCP pede mais segurança e diálogo

"O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu hoje o "reforço da segurança" e a "via do diálogo" para resolver o conflito entre as comunidades africana e cigana no Bairro da Quinta da Fonte. "É necessária uma política de segurança, de prevenção, de proximidade das forças de segurança, com a procura de uma via do diálogo", afirmou aos jornalistas Jerónimo de Sousa, à margem de um encontro com uma delegação do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), em Lisboa.

Para o líder comunista, é preciso fazer "um esforço de integração" e "encontrar soluções em que se evitem sentimentos racistas" ou a ideia de que as várias comunidades não conseguem viver juntas. Para Jerónimo, "é importante dizer que a questão não é um conflito rácico, tem a ver com fenómenos que se agravam com o agravamento da situação económica e social do país".

O líder dos comunistas disse não querer culpar directamente "o poder central nem a câmara nesta situação concreta", mas advertiu que falharam as promessas de "reforço de segurança" feitas quando foi feito o alojamento no bairro." in, público, de hoje

Pode ainda ler aqui http://www.loures.tv/noticias/detalhes.php?id=792 a posição da CDU sobre o mesmo tema.

De Demétrio Alves a 23 de Julho de 2008 às 11:15
Quanto à questão relacionada com a Quinta da Fonte, tendo em conta que o presidente da câmara tentou responsabilizar a gestão realizada há doze anos, quando eu estava em funções, dizer:

a) É frequente ver e ouvir alguns “iluminados”, como sejam os políticos que “nunca erram” ou os académicos “sobredotados”, virem dizer, em situações semelhantes, que tudo foi mal feito, e que eram previsíveis os maus resultados. Gostava de saber, o que, de facto, fizeram uns, e o que fariam os teóricos se, por acaso, algum dia tivessem que responsabilidades executivas fora do mundo da universidade. Bem pregam estes Frei Tomás!

b) Sabia-se, há já mais de vinte anos, que as operações de realojamento das famílias moradoras em barracas e situações similares são muito complexas, assim como eram discutíveis aspossibilidades alternativas de realização prática. Em geral os municípios não ambicionaram a tarefa, e eu próprio só por obrigação irrecusável a aceitei. Nunca tive a ilusão de que fosse obra que motivasse grandes agradecimentos, e, muito menos, votos. Aliás, é conhecida a referência feita há mais de 150 anos por Engels numa das suas primeiras obras “os problemas sociais não se ultrapassam através da resolução dos problemas habitacionais, mas é exactamente pela via inversa que se terá que actuar”.

c) Também não é de estranhar que gente do género daquela que actualmente é poder em Loures, e que, aliás, também é useiro na alimentação de boatos difamatórios, viesse, no meio de um manifesto desnorte, desculpar-se com a gestão de há doze anos atrás! Afinal é perfeitamente visível que alguma coisa está a falhar naquela gestão municipal: Como se pode entender que o presidente da câmara venha dizer que foi “surpreendido” por um problema, que ele próprio afirmou, pouco depois, existir há mais de dez anos? Por outro lado, vir dizer que aquele realojamento está “relacionado com a Expo 98” e que foi feito “à pressa”, revela, além de mau carácter, uma profundíssima ignorância.

d) Será que é para não “cometer erros” a câmara de Loures não fez mais realojamentos dignos desse nome nos últimos anos? Então e as “nódoas” urbanísticas e sociais que subsistem por exemplo no Prior Velho e na Portela? Vão manter-se mais quantas décadas há espera de que última teoria sociológica e urbanística?

e) Se a câmara de Loures acha errado o modelo utilizado, “à pressa”, na Quinta da Fonte, porque razão a Quinta da Mós, realizada com “muito tempo de reflexão”, se desenvolve segundo um padrão equivalente ao da Quinta da Fonte?

f) Foi lamentável o triste espectáculo dado por um poder municipal que se movimentou aos tropeções, claramente ultrapassado pelos acontecimentos, que, segundo dizem responsáveis da administração central, são, no fundamental, casos de polícia. Um poder que deu, num determinado momento, sinais de querer por em prática a segregação habitacional de grupos étnicos diferentes, só para não ter problemas de imagem! Valeu-lhe o apoio “amigo” das entidades da administração central, designadamente o Governo Civil.

g) Infelizmente, o problema não é somente um caso de polícia. Tem-se escondido que estas explosões de violência não podem deixar de estar relacionadas com o apodrecimento da situação social verificado no país.

Não só a carestia de vida e o desemprego, mas, também, o contínuo desinvestimento na justiça e segurança, estão a contribuir para estas situações.

Demétrio Alves
De toalbanosoares a 25 de Julho de 2008 às 14:59
Infelizmente tive que tomar uma atitude que venho evitando há bastante tempo. Todos os comentários não identificados que tenham como objectivo a ofensa pessoal da minha pessoa serão apagados.

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